sábado, 12 de abril de 2014

CURSO: CONCEITOS GERAIS DE PREVENÇÃO DE PERDAS E SUA APLICAÇÃO ESTRATÉGICA NO VAREJO

EDUCAÇÃO CORPORATIVA - AOzawa Consultoria e Serviços

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sexta-feira, 14 de março de 2014

Saiba o que é EPI e quando usar o equipamento de proteção individual

A Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) exige que empregadores, órgãos públicos e entidades se responsabilizem pela saúde e segurança de seus funcionários. Entre as diferentes medidas de proteção no trabalho, casos em que há riscos iminentes podem ser minimizados por meio do uso de equipamentos de proteção individual, conhecidos pela sigla EPI, ou por equipamento de proteção coletiva, o EPC.

De acordo com a norma regulamentadora nº. 6 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o levantamento de equipamentos necessários a determinada atividade deve ser feita pelo Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) em empresas de grande porte. Quando a instituição é menor, “cabe ao empregador selecionar o EPI adequado ao risco, mediante orientação de profissional tecnicamente habilitado”.

A escolha dos equipamentos deve envolver a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) – nos caso em que ela existe; e sempre os futuros usuários do produto.  O MTE reforça que os tipos de EPI´s variam de acordo com a profissão e tipo de risco, mas é possível elencar os mais comuns de acordo com o seu tipo de proteção.

Veja no quadro:

Tipo de proteçãoEquipamentos mais comuns
auditivaabafadores de ruídos ou protetores auriculares
respiratóriamáscaras e filtro
visual e facialóculos e viseiras
cabeçacapacetes
mãos e braçosluvas e mangotes
pernas e péssapatos, botas e botinas
contra quedascintos de segurança e cinturões

Conheça as medidas de segurança do trabalhador passo-a-passo:

Empresas de energia não incorporam a gestão de riscos em seus processos, aponta estudo

As empresas de energia e recursos naturais (ERN) podem estar despreparadas para enfrentar o conjunto de riscos cada vez mais presente no mercado, de acordo com o relatório intitulado “Sem burocracia: transformando a gestão de risco nas empresas de energia e recursos naturais” (do original, em inglês, No paper chase: transforming risk management at energy and natural resources companies). O levantamento foi feito pela KPMG em parceria com a Economist Intelligence Unit, com mais de 1.100 entrevistados de todo o mundo das áreas de risco, compliance, administração geral e financeira.
“Os dados da pesquisa mostram claramente que as empresas de ERN precisam, em caráter de urgência, voltar a focar os pontos fundamentais e repensar o que elas esperam alcançar por meio de seus programas de risco caso pretendam acompanhar a rápida transformação do ambiente em que operam hoje. A gestão desses riscos não está progredindo na mesma velocidade em que as ameaças enfrentadas pelas empresas, e estas, por sua vez, correm o risco de ficar abaixo das expectativas em áreas importantes”, afirma o sócio da KPMG no Brasil, Martiniano Lopes.
A pesquisa apontou que as empresas de ERN já estão começando a ficar para trás. Menos de dois terços dos respondentes disseram que “geralmente” ou “constantemente” incorporam a gestão de risco em suas decisões de planejamento estratégico; somente 14% deles afirmaram que possuíam uma declaração de risco formal; quase metade admitiu não estar realizando anualmente uma avaliação de risco; e mais de um terço disse que sua área de gestão de risco se baseia em uma autoavaliação realizada pelas unidades de negócio, e não por uma área de risco centralizada.
“As empresas de petróleo e gás sempre investiram em atividades de gestão de risco para abordar as ameaças específicas à área, tais como riscos de exploração, de produção e financeiros. O desafio consiste em como integrar todas essas iniciativas a uma estrutura comum para ter certeza de que o conselho de administração e a alta administração sejam informados sobre os principais riscos e os planos de mitigação, visando reforçar a tomada de decisão”, afirma Lopes.
Instabilidade política é o maior desafio
De acordo com o relatório, mais de dois terços (69%) das empresas de ERN que responderam à pesquisa veem a instabilidade geopolítica como a maior ameaça ao setor. O segundo item mais citado (53%) foi a pressão regulatória. A incerteza regulatória é particularmente desfavorável para aquelas empresas de ERN que estão aventurando-se em novos países ou em regiões instáveis.
Um dos maiores obstáculos pela desaceleração das áreas e dos recursos de gestão de risco dentro do setor de ERN se reduz à falta do consenso entre o conselho de administração e os executivos em relação aos objetivos de seu programa e ao retorno sobre seus investimentos. De acordo com os dados, quase um quarto das empresas do setor não possui nenhum recurso para mensurar o retorno sobre o seu investimento em gestão de risco.
“O cerne do problema é que até mesmo as grandes empresas abordam e avaliam riscos de maneira muito simples. A maneira pela qual elas abordam e avaliam os riscos não é conectada às finanças e às metas operacionais da realidade do grupo”, finaliza.

Monitoramento de rede: item essencial para a segurança de redes corporativas

Somente um conceito de segurança que englobe todos os departamentos e áreas pode proporcionar uma proteção adequada às empresas dentro da gestão de risco. Um software de monitoramento de rede assume, então, a função de sistema de alerta preventivo.

Diante da constante ameaça cibernética às redes corporativas, as empresas perceberam a necessidade de investir na implementação de medidas preventivas de segurança. Uma pesquisa realizada pela Paessler AG com cerca de 1.200 usuários do software de monitoramento de rede PRTG Network Monitor, revelou que 75% deles consideram a ferramenta um item fundamental para a segurança da rede de suas empresas.
Esse artigo analisa o papel desempenhado pelo monitoramento de rede em uma rede corporativa, auxiliando, sobretudo na prevenção de incidentes e ataques de cibercriminosos.
Proteção dos sistemas de TI
Muitas empresas pensam que sua infraestrutura de TI está devidamente protegida apenas com um firewall e um antivírus atual. No entanto, os hackers estão constantemente desenvolvendo métodos cada vez mais profissionais para obter acesso a computadores ou servidores de empresas. Essa proteção  simplória pode ocasionar perdas ou manipulações de dados, e abuso da capacidade dos computadores para fins criminosos. A fim de evitar tais tipos de incidentes ou torná-los o mais improvável possível, a infraestrutura completa de TI deve contar com, além do antivírus e do firewall, um software de criptografia, software de segurança de dados, filtragem de conteúdo, scanner de portas e um software de monitoramento de rede.
Sistema de alerta preventivo na rede
Se o software de monitoramento detectar uma falha ou uma atividade incomum, ele envia imediatamente um alerta por SMS ou e-mail para o administrador do sistema. Assim, os gerentes de TI, onde quer que estejam, estão sempre bem informados sobre todas as ocorrências e podem reagir rapidamente a elas em qualquer lugar. O sistema de alerta preventivo da solução de monitoramento é baseado em limites adequadamente definidos. Se esses limites forem excedidos, o software aciona um alarme. Através da interface web ou de um aplicativo para smartphone, o administrador tem a possibilidade de se manter conectado permanentemente com a instalação de monitoramento e verificar os alarmes imediatamente. Com base nos dados do monitoramento em tempo real, o profissional pode calcular diretamente a extensão do problema e tomar as medidas adequadas.
Monitora os aspectos de segurança
Um mecanismo de resposta rápida é o que os gerentes de TI desejam ter também contra ataques potenciais de malware. Caso as soluções de antivírus e firewalls instalados descubram esses ataques tarde demais, os efeitos causados pelas pragas cibernéticas já podem ter paralisado todo o funcionamento da empresa. Nesse caso, os administradores só podem reagir e corrigir o problema após o evento, ao invés de serem pró-ativos e prevenir tais situações. Isso demonstra que apenas o firewall e o programa antivírus, sozinhos, nem sempre são suficientes para assegurar uma "segurança global" da rede. Se as empresas incorporarem uma solução de monitoramento de rede no seu conceito de segurança, possíveis danos podem ser detectados com antecedência. Logo, para que a rede seja monitorada de forma segura, são necessárias três tarefas: verificar o firewall e o antivírus em uma base regular; medir os gargalos de largura de banda e verificar parâmetros físicos locais.
Avalia os resultados
Soluções de monitoramento de rede de alta qualidade avaliam todos os dados de monitoramento em relatórios e os reproduzem claramente em diversos gráficos ou paineis. Os relatórios gerados pelo software resumem os valores identificados de componentes e sistemas individuais em indicadores de fácil compreensão. Com a ajuda da análise automática de dados de monitoramento, o administrador pode verificar se há comportamento semelhante de diferentes sensores e, assim, identificar relações até então desconhecidas entre os componentes individuais de rede.